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Archive for Setembro, 2008

Última Geração

24 24UTC Setembro 24UTC 2008 rogerlima Deixe um comentário

Pecados vs. Memória

24 24UTC Setembro 24UTC 2008 rogerlima Deixe um comentário

O próprio cérebro pode detonar sua habilidade de armazenar informações. Aqui vai uma dicas dessas sabotagens. 

1 Transitoriedade: O tempo apaga as lembranças, não tem jeito. Experimentos mostram que a memória de um fato (por exemplo, aquilo que você comeu na ceia de Natal) declina mais rapidamente nos três primeiros meses e mais lentamente nos meses seguintes.

2 Distração: É aquele lapso que faz você esquecer onde colocou as chaves. No geral acontece durante atividades rotineiras, que não exigem codificação elaborada. Ou, ainda, quando a atenção está dividida entre duas coisas.

3 Bloqueio: É o tal branco. Há pesquisas que mostram que o bloqueio, na maior parte das vezes, está relacionado a nomes de pessoas. Isso porque os nomes próprios não têm conotação, ou seja, servem para designar uma pessoa, mas não revelam nada sobre as características dos seus portadores.

4 Atribuição errada: Você jura que fez algo que não fez. Ao sair de casa você pensa em trancar o portão. Uma hora mais tarde, não se lembra se realmente o fechou ou apenas imaginou isso. O que acontece nesse caso é uma falha de cimentação, ou seja, no momento em que ocorreu o evento, o dado não ficou bem gravado no cérebro.

5 Sugestionabilidade: Ao contrário das outras falhas, que são freqüentes e apesar de causarem irritação não provocam grandes transtornos, esse pecado pode ter conseqüências mais sérias. Imagine que, durante um interrogatório, um policial faça perguntas que sugestionem a testemunha a achar que viu algo que não viu. Alguns indivíduos são mais sugestionáveis que outros e existe até uma escala para medir isso. Crianças, por exemplo, são altamente sugestionáveis.

6 Distorção: Nossas lembranças do passado são muitas vezes reescritas para se acomodar às nossas opiniões e necessidades presentes. As pessoas que mudam de opinião sobre determinado assunto com o passar do tempo tendem a recordar incorretamente que suas atitudes passadas eram muito parecidas com as do presente.

7 Persistência: Ela faz você lembrar coisas que gostaria de esquecer, como aquela música que não sai da sua cabeça. Mas, muitas vezes, essas memórias estão ligadas a incidentes que carregam grande carga emocional, como o dia em que fazemos algo de que nos envergonhamos muito.

Jogo mais doidera de massa do mundo!

24 24UTC Setembro 24UTC 2008 rogerlima 3 comentários

 

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20 Leis – de Homens para Mulheres

23 23UTC Setembro 23UTC 2008 rogerlima Deixe um comentário

Leia com atenção e melhore o seu relacionamento com o seu parceiro.

1. Peitos foram feitos para serem olhados e é isso que nós iremos fazer. Não tente mudar isso.
2. Aprenda a usar a tampa do vaso. Se ela está levantada, abaixe-a. Vocês precisam dela abaixada, nós precisamos dela levantada. Você não nos vê reclamando por que você deixou ela abaixada.
3. Domingo = Esportes. É a mesma relação que a lua cheia tem com as mudanças na maré. Deixe estar.
4. Comprar NÃO é um esporte. E não, nunca vamos pensar nisso dessa forma.
5. Chorar é chantagem.
6. Pergunte o que você quer. Vamos ser claros nisso: Dicas sutis não funcionam! Dicas claras não funcionam! Dicas óbvias não funcionam! Apenas diga logo o que você quer.
7. Sim e Não são respostas perfeitas para praticamente todas as questões existentes.
8. Venha falar conosco a respeito de um problema somente se você quiser ajuda para resolvê-lo. Isso é o que a gente faz. Simpatia é trabalho das suas amigas
9. Uma dor de cabeça que dura 17 meses é um problema. Procure um médico.
10. Qualquer coisa que dissemos 6 meses atrás é inadmissível como argumento. Na verdade, todos comentários tornam-se nulos e vetados após 7 dias.
11. Se algo que nós dissemos pode ser interpretado de duas formas, e uma delas faz você ficar irritada e triste, nós queríamos usar a outra forma.
12. Sempre que possível, fale tudo o que você tem para falar durante os comerciais.
13. Todos os homens enxergam apenas 16 cores, assim como as definições básicas do Windows. Pêssego é uma fruta, salmão é um peixe e não fazemos idéia do que é âmbar.
14. Se algo coça, será coçado. Nós fazemos isso.
15. Se perguntarmos a você se há algo de errado e você responde ‘nada‘, nós agiremos como se nada tivesse errado.
16. Se você fizer uma pergunta para a qual você não quer uma resposta, espere uma resposta que você não quer ouvir.
17. Quando precisamos sair, absolutamente tudo que você usar está bom. Sério.
18. Não pergunte o que estamos pensando, a não ser que você esteja preparada para discutir sobre Sexo, Esportes ou Carros.
19. Você possui roupas suficientes e sapatos demais.
20. Obrigado por ler isso; Sim, eu sei, eu terei que ir dormir na sala hoje, mas saiba você que os homens não se importam com isso, é como acampar.

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Verdades sobre Traição!

12 12UTC Setembro 12UTC 2008 rogerlima 1 comentário

Mito
Quem ama de verdade não trai

Fato
Pode trair, sim. “Mesmo que ame sua mulher, o homem justifica a infidelidade pelo desejo de novidade e aventura, porque surgiu a oportunidade, por crises pessoais ou no casamento”, observa Mirian. Já as mulheres dizem trair por sentir falta de carinho e atenção ou por achar que não são mais desejadas pelo marido. Há também aquelas que traem para revidar as escapadas do parceiro. “Em minhas pesquisas, notei que mesmo pessoas felizes no casamento às vezes traem por curiosidade, para testar o poder de sedução ou para chamar a atenção do cônjuge”, afirma Ana Maria. Arlete acrescenta ainda outro motivo, que vale para os dois sexos: “Em meu consultório, alguns contam que traíram para reviver aquela sensação de excitação do início do namoro”, diz ela. “Por isso, é importante o casal investir sempre no erotismo.”

Mito
A traição é quase inevitável em relações de longo prazo

Fato
Nem sempre. Em suas pesquisas, Mirian Goldenberg assegura que conheceu vários casais com mais de 20 anos de casados e fiéis. A receita? “A base desses casamentos é a amizade e a cumplicidade. Os casais sentem que isso é especial, não querem se arriscar a perder por causa de uma atração sexual passageira”, diz a antropóloga. Para Ana Maria Zampieri, existem etapas críticas que deixam os casamentos mais vulneráveis à infidelidade: nos dois primeiros anos, quando a paixão perde o fôlego; por volta dos dez anos, quando o sexo costuma ficar mais morno; e em torno dos 20 anos, sobretudo se o casal não resolveu bem crises anteriores.

Mito
Tem um certo tipo de pessoa que trai

Fato
Não há um perfil único, pois a ocasião também faz o infiel. “Quando a oportunidade se apresenta, as pessoas mais impulsivas podem ter dificuldade de resistir ao desejo”, diz Ana Ma ria. Por outro lado, há um tipo com maior predisposição. “É o caso da figura muito narcisista, que tem dificuldade de criar vínculo afetivo e é movida pela necessidade de testar continuamente o seu poder de sedução”, define Arlete. “Seja homem ou mulher, em geral é alguém com auto-estima bastante comprometida, que procura se afirmar por meio das conquistas.”

Mito
Homem trai mais do que mulher

Fato
Pelo menos no Brasil, essa tese está comprovada. Há controvérsias sobre quanto a mais”. Nos últimos nove anos, Mirian entrevistou 1 279 pessoas de ambos os sexos das camadas médias cariocas, com idade entre 17 e 50 anos. Desse grupo, 60% dos homens e 47% das mulheres admitiram já ter cometido uma infidelidade. Em outro estudo, realizado entre 2002 e 2003 pelo Projeto Sexualidade (Pro-Sex), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, com 7 103 voluntários também de ambos os sexos, nas cinco regiões do país, o índice de traição masculino ficou em 50,6% e o feminino em 25,7%.

Mito
O parceiro traído sempre sabe que isso está acontecendo

Fato
Nem sempre. Até porque nem todo mundo quer esclarecer a questão. Boa parte dos homens ouvidos na pesquisa de Mirian Goldenberg diz preferir não saber se a mulher trai. “Desde que ela pareça fiel, para eles está tudo bem”, diz a antropóloga. Já as mulheres, segundo Mirian, buscam o tempo todo provas da fidelidade ou infidelidade do marido. No entanto, ainda que captem sinais, tanto elas quanto eles relutam em admitir a situação. “Dá medo de encarar a verdade”, afirma Ana Maria. “Mesmo quem sente que há algo errado precisa passar por um processo interno para admitir. E há quem ache mais confortável fingir não saber.”

Mito
A traição destrói o casamento

Fato
Não, na maioria das vezes o casamento continua. Entre os casais que procuram Arlete no consultório com essa questão, 70% seguem juntos. Porém, permanecer na relação não é necessariamente sinônimo de felicidade conjugal. De acordo com a pesquisa de Ana Maria, muitos não se separam por conveniência, por causa dos filhos, para não dividir os bens. “Na prática, vivem divorciados emocionalmente. Apenas um terço dos casais supera a traição e faz dessa experiência uma alavanca para melhorar o  casamento”, afirma Ana. São aqueles que conseguem mudar o padrão do relacionamento: descobrem o que os afastou e se reaproximam, passam a cuidar mais da relação.

Nós terminamos

“Casei muito jovem, com 21 anos, com um homem dez anos mais velho. Ele era um executivo bem-sucedido, impecável, que planejava e programava tudo, até os três filhos que tivemos. E me cobrava muito, queria que eu fosse perfeita, organizada, certinha como ele. Não era o meu perfil, e me sentia sufocada. O sexo era tradicional, sem graça. Tudo isso me deixava muito infeliz. No nono ano de casamento, tive que fazer uma cirurgia e acabei me envolvendo com o médico que me operou. Ele também era casado. Não planejei isso, aconteceu. Foram três anos de idas e vindas, pois, apesar da atração que sentíamos um pelo outro, havia muita culpa. Eu respeitava meu marido, um homem de caráter e bom pai, e sofria com a situação. Logo no começo do caso, eu pedi a separação, mas sem explicar o motivo. Meu marido não concordou, achava que era uma fase, que ia passar. Tudo acabou quando uma pessoa – nunca descobri quem – ligou para meu marido e contou do meu romance com o médico. Ele me perguntou se era verdade. Confirmei e ele saiu de casa no mesmo dia. Depois que tudo passou, entendi que essa traição foi uma válvula de escape de um casamento que não estava legal. Não continuei com o amante e hoje meu ex-marido é um grande amigo.”

JOANA*, 41 ANOS, PRODUTORA, SEPARADA, MÃE DE TRÊS ADOLESCENTES

Nós resistimos

“No final de 2006, meu marido confessou: havia quase dois anos ele mantinha um caso com a secretária. Eujá desconfiava, três meses antes torpedos em meu celular denunciavam a traição. Conversamos e ele negou. Depois começaram as ligações para minha casa, de madrugada. Assim que atendíamos, a pessoa desligava. Pressionado, meu marido resolveu se abrir. Disse que queria terminar, mas ela o chantageava, ameaçava contar segredos de nossa família, chegou a extorquir dinheiro. Morri de raiva com a revelação, mas não pensei em divórcio. Contando os dez anos de namoro, nós estávamos juntos havia quase 20 anos, tínhamos dois filhos pequenos, e ainda havia amor. Ele disse que tinha caído nessa porque eu estava distante, havia me desinteressado até por sexo. Sobrecarregada com a carreira e as crianças, eu me descuidara da vida a dois. Mas achei que valia a pena lutar para recompor a união. Procurei uma terapia de casal, troquei um medicamento que diminuía a minha libido, nossa vida sexual melhorou. Estamos mais próximos um do outro. Nesse sentido, o relacionamento está melhor do que antes da infidelidade. Mas temos várias arestas a aparar. Perdoar a traição de coração ainda não consegui. A confiança nele também está sendo reconstruída aos poucos.”

CLARA*, 37 ANOS, OFICIAL DE JUSTIÇA, CASADA HÁ DEZ ANOS, MÃE DE DOIS FILHOS, DE 7 E 5 ANOS

* Nomes trocados a pedido das entrevistadas

Fonte: Revista Claudia